sábado, 31 de julho de 2010

rastafári



O rastafarianismo, também conhecido como movimento rastafári ou Rastafar-I (rastafarai) é um movimento religioso que proclama Hailê Selassiê I, imperador da Etiópia, como a representação terrena de Jah (Deus). Este termo advém de uma forma contraída de Jeová encontrada no salmo 68:4 na versão da Bíblia do Rei James, e faz parte da trindade sagrada o messias prometido. O termo rastafári tem sua origem em Ras ("príncipe" ou "cabeça") Tafari ("da paz") Makonnen, o nome de Hailê Selassiê antes de sua coroação.

O movimento surgiu na Jamaica entre a classe trabalhadora e camponeses negros em meados dos anos 20, iniciado por uma interpretação da profecia bíblica em parte baseada pelo status de Selassiê como o único monarca africano de um país totalmente independente e seus títulos de Rei dos Reis, Senhor dos Senhores e Leão Conquistador da Tribo de Judah, que foram dados pela Igreja Ortodoxa Etíope.
Alguns historiadores, afirmam que o movimento surgiu, e teve posteriormente adesão, por conta da exploração que sofria o povo jamaicano, o que favorece o surgimento de idéias religiosas e líderes messiânicos.
Outros fatores inerentes ao seu crescimento incluem o uso sacramentado da maconha ou "erva", aspirações políticas e afrocentristas, incluindo ensinamentos do publicista e organizador jamaicano Marcus Garvey (também freqüentemente considerado um profeta), o qual ajudou a inspirar a imagem de um novo mundo com sua visão política e cultural.



O movimento é algumas vezes chamado rastafarianismo, porém alguns rastas consideram este termo impróprio e ofensivo, já que "ismo" é uma classificação dada pelo sistema babilônico, o qual é combatido pelos rastas.

O movimento rastafári se espalhou muito pelo mundo, principalmente por causa da imigração e do interesse gerado pelo ritmo do reggae; mais notavelmente pelo cantor e compositor de reggae jamaicano Bob Marley. No ano 2.000 havia aproximadamente um milhão de seguidores do rastafarianismo pelo mundo, algo difícil de ser comprovado devido à sua escolha de viver longe da civilização. Por volta de 10% dos jamaicanos se identificam com os rastafáris. Muitos rastafáris são vegetarianos, ou comem apenas alguns tipos de carne, vivendo pelas leis alimentares do Levítico e do Deuteronômio no Velho Testamento.



O encorajamento de Marcus Garvey aos negros terem orgulho de si mesmos e de sua herança africana inspiraram Rastas a abraçar todas as coisas africanas. Eles eram ensinados que haviam sofrido lavagem cerebral para negar todas as coisas negras e da África, um exemplo é o porque que não te ensinam sobre a antiga nação etíope, que derrotou os italianos duas vezes e foi a única nação livre na África desde sempre. Eles mudaram sua própria imagem que era a que os brancos faziam deles, como primitivos e saídos das selvas para um desafiador movimento pela cultura africana que agora é considerada como roubada deles, quando foram retirados da África por navios negreiros. Estar próximo a natureza e da savana africana e seus leões, em espírito se não fisicamente, é primordial pelo conceito que eles tem da cultura africana. Viver próximo e fazer parte da natureza é visto como africano. Esta aproximação africana com a natureza é vista nos dreadlocks, ganja, e comida fresca, e em todos os aspectos da vida rasta. Eles desdenham a aproximação da sociedade moderna com o estilo de vida artificial e excessivamente objetivo, renegando a subjetividade a um papel sem qualquer importância.

Os rastas dizem que os cientistas tentam descobrir como o mundo é por uma visão de fora, enquanto eles olham a vida de dentro, olhando para fora; e todo rasta tem de encontrar sua própria verdade. Outro importante identificador do seu afrocentrismo é a identificação com as cores verde, dourado, e vermelho, representantativas da bandeira da Etiópia. Elas são o símbolo do movimento rastafári, e da lealdade dos rastas a Hailê Selassiê, à Etiópia e a África acima de qualquer outra nação moderna onde eles possivelmente vivem. Estas cores são freqüentemente vistas em roupas e decorações; o vermelho representaria o sangue dos mártires, o verde representaria a vegetação da África enquanto o dourado representaria a riqueza e a prosperidade do continente africano.

Muitos rastafáris aprendem a língua amárica, que eles consideram ser sua língua original, uma vez que esta é a língua de Hailê Selassiê, e para identificá-los como etíopes; porém na prática eles continuam a falar sua língua nativa, geralmente a versão do inglês conhecida como patois jamaicano. Há músicas de reggae escritas em amárico.






Hailê Selassiê e a Bíblia

Uma opinião que une os rastafáris é que Ras (título amárico de nobreza que pode ser traduzido como "príncipe" ou "cabeça") Tafari ("da paz") Makonnen que foi coroado como Hailê Selassiê I, Imperador da Etiópia em 2 de Novembro de 1930, é a encarnação do chamado Jah (Deus) na Terra, e o Messias Negro que irá liderar os povos de origem africana a uma terra prometida de emancipação e justiça divina. Porém algumas correntes rastafáris não acreditam nisso literalmente. Parte porque seus títulos, como Rei do Reis, Senhor dos Senhores e Leão Conquistador da tribo de Judá, apesar de se encaixarem com aqueles mencionados no livro de Judá, também foram dados, de acordo com a tradição etíope, a todos os chamados imperadores salomônicos desde 980 a.C., mas Selassiê foi o único que recebeu, evidentemente, todos os títulos, incluindo os mais sagrados como Supremo Defensor da Fé e Poder da Santíssima Trindade. Hailê Selassiê era, de acordo com algumas tradições, o ducentésimo vigésimo quinto na linha de imperadores etíopes descendentes do bíblico Rei Salomão e a Rainha de Sabá. O salmo 87:4-6 é também intrepretado como a previsão da sua coroação.

De acordo com a historiografia etíope, no século X a.C., a dinastia salomônica da Etiópia foi iniciada com a ascensão ao poder de Menelik I, filho de Salomão e da Rainha de Sabá, que visitava Salomão em Israel. 1 Reis 10:13 diz: "E o Rei Salomão realizou todos os desejos da Rainha de Sabá, um destes sua própria generosidade Real. então ela voltou e foi para seu próprio país, ela e seus servos." Segundo a popular epopéia étíope Kebra Negast, rastas interpretam isto como o significado que ela concebeu seu filho, e disto eles concluem que as pessoas negras são as verdadeiras crianças de Israel, ou hebraicas. Hebreus negros tem vivido na Etiópia por séculos, sem conexão com o resto do mundo judaico; a existência deles deram credenciais e ímpeto para os primeiros Rastafaris, validando a crença de que a Etiópia é na verdade Sião, já que só lá que a Casa de Davi reinava soberana, sob um país cristão/judaico, além de possuir a Arca da Aliança.

Alguns rastafáris escolhem classificar sua religião como cristianismo ortodoxo etíope, cristianismo protestante, ou judaísmo. Entre estas, os laços para a Igreja etíope são os mais difundidos, embora isto seja uma controvérsia para muitos clérigos etíopes. Os rastafáris acreditam que as traduções comuns da Bíblia incorporam mudanças criadas pela estrutura da força branca racista. Alguns adoram a Kebra Negast, mas muitos destes rastas classificariam-se como etíopes ortodoxos na religião e rastafáris na ideologia. Alguns rastas prestam pouca atenção ao Kebra Negast, e muitos o consideram como estando pouco próximo da santidade da Bíblia.

Muitos rastafáris acreditam que Selassiê é de certa forma a volta de Jesus Cristo e que, assim, eles seriam verdadeiros israelitas. Alguns ainda acreditam que Jesus era Moisés, filho de José, enquanto Selassiê seria "Moisés, filho de David", e usam uma visão não-milenar do reinado de Cristo e uma visão pós-milenar para Selassiê. No coração do rastafári está a crença de ser o próprio rei ou príncipe (por isso eles se proclamam rastafári). Como cantou Ras Midas, "Quando eu vi meu pai com a picareta e minha mãe com a vassoura, eu soube que o rasta estava exilado" (Ras Midas, Rastaman in Exile, 1980). Os rastas dizem que eles foram escravizados, mas converteram isso ao seu próprio potencial divino, acreditando que, como Selassiê interrompeu esse ciclo, eles também são dignos de serem reis e príncipes.

Rastas chamam Selassiê de Jah ou Jah Rastafari, e acreditam haver uma grande força nestes nomes. Eles autoproclamam-se rastafári para expressar a relação pessoal que cada rasta tem com Selassiê I. Rastas gostam de usar o número ordinal com o nome Hailê Selassiê I, com o número romano dinástico significando o primeiro deliberadamente pronunciado como a letra I - novamente como signicado da relação pessoal com Deus. Eles também o chamam de H.I.M., sigla em inglês para "Sua Majestade Imperial" (His Imperial Majesty). Isso tudo reflete unidade, tendo em consideração que muitas das expressões rastas começam com "I", como I-Ration e I and I.


Quando Hailê Selassiê I morreu em 1975, sua morte não foi aceita por alguns rastafáris que não podiam aceitar que o Deus encarnado poderia morrer. Muitos acreditam que a morte de Selassiê foi um engodo, e que ele voltaria para libertar seus seguidores. Os rastas atualmente consideram este parcial preenchimento de profecia encontrado no apocalíptico trecho de Esdras 2 7:28. Uma história anônima da fé rastafari aponta para Debre Damo, um dos três antigos Príncipes das Montanhas. Ele acredita que depois Derg ordenou sua execução, os leais da guarda imperial trabalhando como agentes duplos usaram hipotermia induzida para fazer Selassie aparecer morto.

Ele e os remanescentes leais da Guarda Imperial foram contrabandeados para assegurar o significado da estrada de ferro subterrânea. Eles agora caem em êxtase em um quarto secreto debaixo do monastério até o dia do julgamento, no qual eles serão automaticamente reanimados e totalmente revelados (11:19-21), assim como a Arca que está na Etiópia irá surgir. Isto deve ocorrer apenas depois dos idosos libertarem o povo da Jamaica, pois Selassiê, em 1966, disse que a repatriação e revelação só ocorreriam após a Jamaica ser libertada pelos Rastafaris.


A dieta rastafári


Os rastafáris adotam 9 principios e o 2º principio é: "Coma apenas I-tal", um termo Rasta que significa puro, natural ou limpo. Uma série de leis de dieta e de higiene foram formuladas para acompanhar a doutrina religiosa Rastafari. Um verdadeiro Rasta não poderia ingerir álcool, tabaco, mas usa a Cannabis (maconha ou ganja) de forma ritual.
São basicamente vegetarianos, dando uso escasso a alguns alimentos de origem animal, ainda assim proibindo o uso de carnes suínas de qualquer forma, peixes de concha, peixes sem escamas, caracóis e outros.
A comida I-tal seria o que Jah ordenou que fosse: "tudo o que não tem barbatanas ou escamas, nas águas, será para vós abominação." "Melhor é a comida de ervas, onde há amor, do que o boi cevado, e com ele o ódio." É comida que nunca tocou em químicos e é natural e não vem em latas. Quanto menos cozinhados, melhor, sem sais, preservativos ou condimentos, pois assim possui maior quantidade de vitaminas, proteínas e força vital. As bebidas são, preferentemente, herbais, como os chás. A bebida alcóolica, o leite ou café são vistos como pouco saudáveis.


Dreadlocks


Outro costume comum proibido era o de cortar ou pentear os cabelos. Essa tradição religiosa Rasta também é fundamentada em diretrizes sagradas.


Maconha


Ganja e marijuana são algumas designações para a Cannabis, uma erva psicoativa milenar. Ela é usada pelos Rastas, não para diversão ou prazer, mas sim para limpeza e purificação em rituais controlados. Alguns Rastas escolhem não a usar. Muitos sustentam o seu uso através de Génesis 1:29:
“E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda a erva que dê semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto que dê semente, ser-vos-á para mantimento.”
De fato, a erva ganjah, como a maconha é chamada localmente, é tida como “o fumo da sabedoria”, e líderes rasta determinaram que ela seria fumada como um ritual religioso, alegando que fora achada crescendo na cova do Rei Salomão e citando passagens bíblicas, para atestar suas propriedades sagradas:
“Ele criou a grama destinando-a ao gado, e a erva à serviço do Homem, de forma que trará comida farta pelo mundo afora”.

A Apostasia nas Igrejas Evangélicas Atinge Novas Proporções — Outro Sinal Que o Fim dos Tempos Está Próximo



Observe atentamente as abominações que essa figura contém. Celebrar a Páscoa com ovos vem diretamente do satanismo, como demonstraremos em instantes. Portanto, incentivar o uso de ovos de Páscoa para celebrar a ressurreição do Senhor é ligar o satanismo ao cristianismo, e é proibido nas Escrituras. Nessa figura, vemos que cada ovo contém um símbolo cristão em seu interior. Podemos ver mãos unidas em oração e uma cruz, como dois exemplos. O anúncio também menciona o Advento, outro festival pagão.

Em nenhum lugar na Bíblia recebemos a permissão de ligar as coisas do Senhor com as de Satanás. Vamos examinar estas proibições bíblicas:

1) "Não vos ponhais em jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e o Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Por isso, saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei; e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso." [2 Coríntios 6:14-18].

Embora esse verso seja mais freqüentemente citado no contexto do matrimônio, aplica-se com igual força a esta discussão. "Que sociedade tem a justiça com a injustiça?" Isso aplica-se perfeitamente a esta situação. Como podemos ligar o dia da Ressurreição, à celebração satânica da Páscoa, simbolizada pelo ovo?

"Que comunhão tem a luz com as trevas?" Uma vez que estudarmos como a celebração da Páscoa é satânica, e como os ovos estão ligados a essa celebração pagã, compreenderemos completamente que a Convenção Batista do Sul dos EUA está ligando a preciosa luz espiritual de Jesus Cristo com as trevas pagãs, com a escuridão impenetrável do satanismo.

"Que concórdia há entre Cristo e Belial?" Outra tradução aqui diz "Maligno". O Dicionário Bíblico Holman diz que "Belial" é um termo para Satanás, o Maligno. Em minha opinião, essa associação entre o dia da ressurreição e os ovos pagãos não é nada mais nada menos que "maligna", pois associa Jesus Cristo com Satanás.

"Ou que união do fiel com o infiel?" Pouquíssimos cristãos seriam tolos o suficiente para aceitar um convite para uma festa de Páscoa de um grupo de adoradores pagãos; porém, muitos comprarão esses ovos e os usarão como parte das cerimônias do Dia da Ressurreição, não percebendo que acabaram de aceitar um convite para celebrar como os pagãos celebram.

2) "Ninguém vos engane com palavras vãs; porque por estas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência. Portanto, não sejais seus companheiros. E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas; mas antes condenai-as." [Efésios 5:6-7,11].

3) "Não é boa a vossa jactância. Não sabeis que um pouco de fermento faz levedar toda a massa? Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós." [1 Coríntios 5:6-7].

Nas Escrituras, o fermento simboliza o pecado ou as falsas doutrinas. O apóstolo Paulo está dizendo aqui que você não pode tolerar nem um pouquinho de falsa doutrina dentro da igreja; em vez disso, deve estar vigilante para manter a doutrina pura e lançar fora toda doutrina falsa assim que a encontrar. Em nenhuma circunstância deve tolerar a existência de falsa doutrina misturada com a verdadeira. No entanto, isso é exatamente o que a Igreja Católica Romana vem fazendo há séculos, e o que a igreja evangélica está fazendo mais e mais desde a Segunda Guerra Mundial. Imagine uma caneca de café na qual apenas uma gota de um poderoso veneno foi adicionada. Você ainda tem uma caneca de café, que parece, cheira e tem gosto de café; no entanto, você certamente morrerá se beber esse café. É exatamente desse modo que a falsa doutrina age quando é misturada com a verdadeira.
A situação que encontramos nessa promoção dos "Ovos da Ressurreição", uma mistura de falsas doutrinas pagãs com a pureza da doutrina cristã, é exatamente a mesma.

Agora, vamos examinar o quão realmente satânica e pagã é a celebração da Páscoa com ovos. Descobrimos um site para feiticeiros chamado "The Satanic Witch", que você pode encontrar em http://www.geocities.com/SoHo/Lofts/6877/ [Advertência de A Espada do Espírito: Antes de você acessar um site sobre feitiçaria, deve estar totalmente equipado com a armadura de Deus (Efésios 6:10-20). Caso contrário, poderá receber influências dos símbolos satânicos ali exibidos.].

Veja a descrição deles sobre a Páscoa e os ovos em suas celebrações pagãs:

"Ostara, também conhecido como A Primavera, ou Equinócio Vernal, o Festival das Árvores, Alban Eilir, Ostara, os Ritos da Primavera, e os Ritos de Eostre, ocorre entre 19 e 21 de março e marca o primeiro dia da verdadeira Primavera. Dia e noite são iguais nesse dia, daí o nome Equinócio. É observado pelos pagãos em todo o mundo. Para os praticantes de Wicca e os feiticeiros, Ostara é um festival da fertilidade que celebra o nascimento da Primavera e o despertar da vida na Terra... O Equinócio da Primavera foi cristianizado pela Igreja Romana como foi a maioria dos festivais pagãos da antiguidade. No primeiro domingo após a primeira lua cheia que segue o Equinócio (em inglês diz-se Eostre's Day, de onde deriva o nome Easter [Páscoa], os cristãos celebram seu feriado da Páscoa. O festival cristão comemora a ressurreição de Cristo, sincronizado com a Páscoa judaica, e misturado desde os primeiros anos do cristianismo com ritos pagãos europeus para uma estação renovada. É precedido por um período de ritos desenfreados da vegetação e por um período de abstinência chamado Quaresma."

Vamos fazer uma pausa aqui por um momento. Acabamos de aprender dos pagãos que o nome Easter (Páscoa, em inglês) veio da celebração pagã dos "Ritos de Eostre". O reverendo Alexander Hislop, escrevendo em seu livro monumental, The Two Babylons [leia a resenha], afirma que o nome Easter deriva da deusa Astarte [pág. 109]. Na realidade, ambos estão provavelmente corretos, pois os pagãos têm um histórico de adorar os mesmos deuses em diferentes terras com nomes diferentes.

Em seguida, esses feiticeiros acabam de nos dizer que a celebração da Quaresma é pagã. No entanto, hoje, vemos muitas igrejas cristãs celebrando a Quaresma, outro exemplo de associar o Senhor Jesus Cristo com Satanás. Não se deixe enganar por esses feriados pagãos que estão sendo trazidos para dentro das igrejas cristãs. Se sua igreja celebra a Quaresma, provavelmente é bom que comece a procurar outra igreja, que seja mais fiel aos fundamentos da fé. Se sua igreja hoje celebra a Quaresma, amanhã poderá vir a negar as verdades bíblicas, até que um dia deixará de ensinar a salvação pela graça por meio da fé.

Agora, vamos retornar à discussão sobre os ovos de Páscoa. Os feiticeiros continuam: "Acredita-se também que a humanidade adquiriu a idéia de tecer cestas observando os pássaros que preparam ninhos. Talvez seja essa a origem da associação entre os ovos de Páscoa coloridos e as cestas de Páscoa. Os ovos que aparecem na foto acima são uma coleção de Pysanky, os famosos ovos de Páscoa ucranianos, e são amuletos poderosos para fertilidade, prosperidade e proteção... Há muito simbolismo nos ovos. A gema representa o Deus Sol, e sua clara é vista como a Deusa Branca, e o ovo inteiro é um símbolo do renascimento."

Essa afirmação acima é a mais clara que você obterá de um pagão. Eles estão dizendo claramente que vêem o ovo como um símbolo sexual da união entre o Princípio Masculino, o deus Sol, com o Princípio Feminino, a deusa Branca.

Os satanistas vêem o ovo como um amuleto de fertilidade, prosperidade e proteção, ao mesmo tempo em que vêem a gema do ovo como um símbolo do deus Sol e a clara como a deusa Branca. Essa visão é consistente com a adoração pagã da criatura no lugar do criador [Romanos 1:25]. Eles vêem todo o universo em termos de Dualidade da Natureza, os princípios Feminino e Masculino, ou simplesmente como sexo. Essa é a visão que têm do ovo.

Vejamos agora o que o reverendo Hislop tem a dizer sobre a prática pagã dos ovos, pois ela existe há séculos. Prepare-se para um choque, e então pergunte como a denominação batista pode apoiar essa forma de satanismo!

"A origem dos ovos de Páscoa é também bem clara. Os antigos druidas carregavam um ovo como emblema sagrado de sua ordem. Na Dionisíaca, ou Mistérios de Dionísio [Baco], celebrado em Atenas, uma parte da cerimônia noturna consistia na consagração de um ovo. As fábulas hindus celebram seu ovo mundano como de uma cor dourada. O povo japonês fabrica ovos sagrados de bronze ou de latão. Na China... ovos pintados são usados em festivais sagrados. Nos tempos antigos, os ovos eram usados nos ritos religiosos dos egípcios e gregos, e eram pendurados para propósitos místicos nos templos... Os poetas clássicos falam da fábula do ovo místico dos babilônios... 'dizem que um ovo muito grande caiu do céu no rio Eufrates. Os peixes o levaram até a margem, e as pombas sentaram sobre ele e o chocaram. Assim nasceu Vênus, que mais tarde foi chamada de Deusa Síria, que é Astarte. Assim, o ovo tornou-se um dos símbolos de Astarte (de onde vem a palavra inglesa Easter, Páscoa) [Alexander Hislop, The Two Babylons: Papal Worship Proved to be the Worship of Nimrod and his Wife", págs. 108-109].

Agora que Hislop estabeleceu a grande adoração à deusa Astarte, por meio do ovo, ele então mostra a conexão com a Igreja Católica Romana. "Agora a Igreja Romana adotou esse ovo místico de Astarte, e o consagrou como um símbolo da ressurreição de Cristo. Uma forma de oração foi recomendada para ser usada em conexão com ela. O papa Paulo VI ensinou seus seguidores a orar assim na Páscoa: 'Abençoa, Senhor, nós te rogamos, estes ovos, para que se tornem um sustento para os teus servos, que comem lembrando do Senhor Jesus Cristo.' Durante as cerimônias com os ovos, os pagãos antigos os comiam no final.

Assim, a Igreja Católica adotou a prática mística inteiramente, apenas alterando os nomes dos deuses a quem estão orando! Essa tem sido a prática do Catolicismo Romano nos últimos 1500 anos, ou mais. Eles adotaram em sua prática religiosa muitas das doutrinas e dos rituais pagãos, acreditando que assim estariam tornando mais fáceis para os pagãos 'aceitar' o cristianismo. Os católicos também crêem erroneamente que podem pegar uma crença, ritual ou objeto pagão, satânico e 'cristianizá-lo', simplesmente proferindo alguma oração bem elaborada sobre ele! Essa crença não tem qualquer fundamento bíblico, pois em parte alguma é ensinada ou praticada. Na verdade, durante a história de Israel, sempre que um rei justo levantava-se para levar o povo a um reavivamento com Deus, imediatamente começava a destruir todos os ídolos, altares, templos e sacerdotes pagãos. Vamos examinar alguns exemplos bíblicos:

"Então todo o povo da terra entrou na casa de Baal, e a derrubaram; como também os seus altares, e as suas imagens, totalmente quebraram, e a Matã, sacerdote de Baal, mataram diante dos altares; então o sacerdote pôs oficiais sobre a casa do SENHOR." [2 Reis 11:18].

Observe que eles despedaçaram, isto é, derribaram completamente, todos os altares e imagens pagãos. Em outros casos nas Escrituras, vemos que os reis justos queimavam os objetos pagãos com fogo.

"Também o rei [Josias] derrubou os altares que estavam sobre o terraço do cenáculo de Acaz, os quais os reis de Judá tinham feito, como também o rei derrubou os altares que fizera Manassés nos dois átrios da casa do SENHOR; e esmiuçados os tirou dali e lançou o pó deles no ribeiro Cedrom. O rei profanou também os altos que estavam defronte de Jerusalém, à mão direita do monte de Masite, os quais edificara Salomão, rei de Israel, a Astarote, a abominação dos sidônios, e para Quemós, a abominação dos moabitas, e a Milcom, a abominação dos filhos de Amom. Semelhantemente quebrou as estátuas, cortou os bosques e encheu o seu lugar de ossos de homens." [2 Reis 23:12-14].

Nós o encorajamos a ler os dois livros dos Reis e os dois livros de Crônicas inteiros, observando atentamente os muitos casos em que Israel se desviou para a adoração de deuses falsos. Deus levantou reis justos para trazer Israel de volta à adoração a ele. Observe que em todos os tempos de reavivamento, o rei justo destruía completamente todos os ídolos, imagens, altares, templos e matava os sacerdotes judeus da religião pagã. Em nenhum exemplo o rei orava sobre os objetos pagãos, tentando purificá-los para que pudessem ser usados na adoração ao único Deus verdadeiro. Veja, Deus está tão preocupado em como é adorado quanto com o fato que as pessoas o adorem. O princípio de como lidar com objetos e práticas pagãs é descrito no Novo Testamento. Leia com atenção:

"De sorte que, se alguém se purificar destas coisas, será vaso para honra, santificado e idôneo para uso do Senhor, e preparado para toda a boa obra." [2 Timóteo 2:21].

Não vemos nenhuma orientação aqui para orar sobre o objeto imundo de modo a torná-lo útil para Jesus Cristo. Não, você vê a orientação para a separação do contato com as influências impuras, contaminadoras e corruptas. Em seguida, você pode ser usado pelo Mestre para as boas obras. Nunca, em toda a Bíblia, você encontrará um exemplo em que um líder justo orou sobre objetos pagãos para torná-los aceitáveis a Deus. Nem verá onde um líder justo permitiu que qualquer doutrina pagã fosse adotada no ensino religioso judaico, sob qualquer disfarce ou com seus nomes modificados. No entanto, a Igreja Católica Romana tem feito isso tudo nos últimos 1500 anos, ou mais, até o ponto em que os líderes evangélicos no início dos anos 1600, declararam que o paganismo com o qual a Igreja Católica tinha se saturado a tornava a candidata número 1 para ser a Igreja do Falso Profeta do livro do Apocalipse.

Então, hoje, vemos que o Plano da Nova Ordem Mundial nomeia o papa como o novo líder da igreja do vindouro Cristo da Nova Era [Anticristo]. (Veja nosso relatório no artigo N1052, não-traduzido). No artigo N1161, mostramos que o papa aceitou a marca paralela tradicional de Shiva [ou Xiva] em sua fronte, de uma sacerdotisa, em sua viagem à Índia. A escrita está na parede para todos os católicos verem: sua igreja é a igreja do Falso Profeta, e seu papa será o Falso Profeta. Como tudo isso aconteceu? Aconteceu porque o Catolicismo Romano adotou muitas práticas e crenças pagãs nos últimos 1500 anos.

Como a Convenção Batista do Sul dos EUA chegou ao ponto de anunciar os "Ovos da Ressurreição" em conexão com as celebrações de Páscoa?

Primeiro, desde o início do século, a Convenção Batista do Sul luta com a questão da Maçonaria. Quando os Batistas Americanos se dividiram dos Batistas do Sul, uma das questões de contenção era que os batistas sulistas permitiam a Maçonaria em suas fileiras e ocupando seus púlpitos. Já está provado que a tolerância ao paganismo da Maçonaria é desastrosa. Essa promoção dos "Ovos da Ressurreição" é apenas mais um exemplo da mistura de paganismo com cristianismo. Os pagãos não têm dificuldade com o conceito de "renascimento", pois o celebram em todas as primaveras; também não têm problemas em acreditar na reencarnação do espírito humano, outro tipo de ressurreição. No que eles têm imensa dificuldade em acreditar é que Jesus Cristo era 100% homem e 100% Deus ao mesmo tempo, e que morreu de verdade, esteve enterrado por três dias e que ressuscitou.

Segundo, os batistas sulistas desviaram-se de muitos princípios bíblicos, incluindo o princípio da separação das pessoas e das práticas más. Podemos facilmente compreender quão importante é para uma pessoa que está doente com uma doença contagiosa ficar em quarentena para evitar a contaminação das pessoas saudáveis, mas aparentemente, não compreendemos que esse princípio aplica-se igualmente às questões espirituais. Veja o que a Palavra de Deus tem a dizer sobre esse assunto:

"Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis. Porque quem o saúda tem parte nas suas obras más." [2 João 10-11].

Aqui, somos orientados a não nos associarmos com qualquer pessoa que não se mantém fiel à doutrina de Jesus Cristo, a não recebê-la em nossas casas, e nem mesmo saudá-la. Oferecer um simples cumprimento a um apóstata torna-nos participantes de suas obras más. Exortamos a todos que estão atualmente envolvidos em atividades ecumênicas, incluindo os Promise Keepers: vocês estão envolvidos com organizações que não mantêm puras as doutrinas do evangelho de Jesus Cristo e precisam deixá-las! Agora!

Terceiro, a Convenção Batista do Sul chegou a esse ponto de promover a mistura do paganismo com o cristianismo porque vivemos no fim dos tempos, quando a profecia bíblica diz que a igreja cristã apostatará. A definição de apostasia é "afastamento deliberado das doutrinas e crenças que antes eram mantidas e defendidas com firmeza". Veja o que diz a Escritura:

"Ora, irmãos, rogamo-vos, pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, e pela nossa reunião com ele, que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto. Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, o qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus." [2 Tessalonicenses 2:1-4].

Em seguida, no verso 6, Paulo conclui o assunto "E agora vós sabeis o que o detém, para que a seu próprio tempo seja manifestado."

Recomendamos que você estude atentamente essa Escritura. Nessa profecia, Paulo revela vários elementos importantes que vemos nas notícias do dia-a-dia. Vamos revistar esses princípios:

O Anticristo sempre esteve pronto para se manifestar, até mesmo ao tempo do apóstolo Paulo.

O Espírito Santo, trabalhando por meio da igreja cristã, sempre atuou restringindo esse desejo do Anticristo de se manifestar.

Enquanto a igreja cristã permanecer fiel aos ensinos da Bíblia, o Anticristo não poderá aparecer.

Um dos sinais do fim dos tempos é que a igreja cristã entrará em um processo de apostasia, e passará a repudiar as doutrinas que sempre defendeu.

Depois disso, o Anticristo poderá se manifestar. Assim que o poder efetivo da igreja cristã estiver enfraquecido, então devemos ver uma ascensão correspondente nos preparativos ocultistas para o aparecimento do Anticristo! A profunda e prolongada apostasia da igreja cristã começou no início do século XX, mas foi realmente colocada em marcha com a fundação do Conselho Mundial de Igrejas. Consistentemente, em todas as décadas em que essa apostasia estava ocorrendo, os escritos ocultistas refletiam tremenda energia direcionada para mudar o mundo para uma situação em que o Anticristo possa entrar em cena! O plano que está sendo defendido cumpre as profecias bíblicas de forma bem precisa. Além disso, desde 1975 vemos escritos que estão entusiasticamente apontando para o breve aparecimento do Cristo da Nova Era, o Anticristo bíblico.

Finalmente, quando ocorrer o arrebatamento da igreja, o Anticristo poderá aparecer.

Ele terá uma grande dívida de gratidão com todas as igrejas que se afastaram da fé. Portanto, qualquer líder que faça parte do Movimento Ecumênico está preparando o caminho para o Anticristo! Qualquer membro de igreja que prestigie reuniões, passeatas, ou concentrações ecumênicas também está preparando o cenário para o Anticristo aparecer.

Finalmente, a Convenção Batista do Sul dos EUA aderiu oficialmente ao grupo de igrejas cristãs apóstatas. Essa é a verdadeira razão por que sua Junta de Escola Dominical pôde tão facilmente misturar satanismo e cristianismo nessa promoção dos "Ovos da Ressurreição".

Esse acontecimento chocante aponta claramente para o fim dos tempos. Ele mostra a gravidade da apostasia da igreja cristã, um dos sinais mais claros do fim dos tempos.


Você está preparado espiritualmente? Sua família está preparada? Você está protegendo seus amados da forma adequada? Esta é a razão deste ministério, fazê-lo compreender os perigos iminentes e depois ajudá-lo a criar estratégias para advertir e proteger seus amados. Após estar bem treinado, você também pode usar seu conhecimento como um modo de abrir a porta de discussão com uma pessoa que ainda não conheça o plano da salvação. Já pude fazer isso muitas vezes e vi pessoas receberem Jesus Cristo em seus corações. Estes tempos difíceis em que vivemos também são tempos em que podemos anunciar Jesus Cristo a muitas pessoas.

Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, mas vive uma vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus compromissos. Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a alegria do Espírito Santo de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida diária de comunhão, com oração e estudo da Bíblia.

Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente. Se quiser saber como nascer de novo, vá para nossa Página da Salvação agora.

Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia-a-dia.


fonte: http://www.espada.eti.br/n1162.asp

ORIGEM DA ADORAÇÃO A MARIA (triste isso!!!!)




A falsa adoração a uma deusa-mãe, rainha dos céus, senhora, madona etc. teve início na
antiga Babilônia e se espalhou pelas nações até chegar a Roma. Os gregos adoravam
Afrodite; em Éfeso, a deusa era Diana; Isis era o nome da deusa no Egito. Muitos desse tipo
de adoradores "aderiram" ao catolicismo em Roma para ficarem mais próximos do poder, haja
vista que o Império Romano no século III adotou o cristianismo como religião oficial. Então,
esses "cristãos" nominais levaram suas práticas idólatras e pagãs para a Igreja de Roma. Em
vez de coibir o abuso e conduzir os fiéis pelos caminhos da fé exclusiva em Deus, os líderes
do catolicismo romanos contemporizaram a situação: aos poucos as imagens pagãs foram
substituídas por imagens cristãs; os deuses pagãos, substituídos pelos deuses cristãos (os
santos bíblicos) e, na esteira desse sincretismo religioso, a santa Maria surgiu como "Mãe de
Deus", "Senhora", "Sempre Virgem", "Concebida sem Pecado", "Assunta aos céus",
"Mediadora e Advogada", Co-Redentora.
A seguir, algumas inovações dogmatizadas pela Igreja Católica Romana, aprovadas em
concílios a partir do terceiro século depois de Cristo:
Ano 270 - Origem da vida monástica no Egito, por Santo Antonio.
Ano 320 - Uso de velas.
Ano 370 - Culto dos santos, professado por Basílio de Cesaréia e Gregório
Nazianzo.
Ano 400 - Iniciadas as orações pelos mortos e sinal da cruz.
Ano 431 - Maria é proclamada “Mãe de Deus”.
Ano 500 - Origem do Purgatório,por Gregório,o Grande.
Ano 609 - Culto da Virgem Maria, por Bonifácio IV. Invocação da Virgem Maria,
dos santos e dos anjos, estabelecida por lei na Igreja pelo Concílio de
Constantinopla.
Ano 670 - Celebração da missa em latim, língua desconhecida do povo, pelo Papa
Gregório I.
Ano 758 - Confissão auricular, e absolvição, estabelecida como doutrina pelo IV
Concílio de Latrão, em Roma.
Ano 787 - Culto das imagens ordenado pela Igreja no II Concílio de Nicéia.
9
Ano 880 - Canonização dos santos, por Adriano II.
Ano 965 - O Batismo de Sinos.
Ano 998 - Dia de Finados, Quaresma,jejum às sextas-feiras e na Páscoa.
Ano 1000 - Sacrifício da missa.
Ano 1074 - Instituição do celibato do Clero, por Gregório VII.
Ano 1095 - Venda de indulgências plenárias,por Urbano II.
Ano 1125 - As primeiras idéias sobre a Imaculada Conceição de Maria, combatidas
por São Bernardo.
Ano 1164 - Os Sete sacramentos, por Pedro Lombardo, no Concílio de Trento.
Ano 1184 - A diabólica INQUISIÇÃO, chamada santa, pelo Concílio de Verona.
Ano 1200 - O rosário, por São Domingos.
Ano 1215 - Transubstanciação, pelo Concílio de Latrão.
Ano 1220 - A Hóstia e respectiva adoração, por Inocêncio III.
Ano 1229 - Proibição da leitura das Bíblia aos leigos, pelo Concílio deTolosa.
Ano 1264 - Festa do Sagrado Coração, papa Urbano IV.
Ano 1311 - Procissão do SS. Sacramento, papa João XXII.
Ano 1317 - Oração da Ave-Maria, papa João XXII.
Ano 1414 - Proibição de vinho aos fiéis, na Santa Comunhão, pelo Concílio de
Basiléia, determinando o uso do CÁLICE somente pelos sacerdotes.
Ano 1546 - Aceitação dos livros apócrifos, pelo Concílio de Trento.
Ano 1563 - Igualdade entre a Tradição e a Palavra de Deus, Concílio de Trento.
Ano 1854 - A Imaculada Conceição da Virgem, papa Pio IX.
Ano 1870 - A infalibilidade do papa, Concílio do Vaticano.
Ano 1950 - Assunção de Maria transformado em artigo de fé.
Além desses atos, as rezas da Ave-Maria chamam-na de "Sempre Virgem", "Rainha",
"Advogada", ''Mãe de Deus", Concebida Sem Pecado. Então, iremos examinar um por um
esses títulos à luz da verdade contida na Palavra de Deus, lembrando que a Bíblia é a única
regra de fé e prática do cristão.

Slamismo - A segunda maior religião do mundo.




Introdução ao Islamismo

Uma das quatro religiões monoteístas baseada nos ensinamentos de Maomé (570-632 d.C.), chamado “O Profeta”, contidos no livro sagrado islâmico, o Corão. A palavra islã significa submeter, e exprime a submissão à lei e à vontade de Alá. Seus seguidores são chamados de muçulmanos, que significa aquele que se submete a Deus.


História do Islamismo




Maomé nasceu na cidade de Meca, na Arábia Saudita, centro de animismo e idolatria. Como qualquer membro da tribo Quirache, Maomé viveu e cresceu entre mercadores. Seu pai, Abdulá, morreu por ocasião do seu nascimento, e sua mãe, Amina, quando ele tinha seis anos. Aos 40 anos, Maomé começou sua pregação, quando, segundo a tradição, teve uma visão do anjo Gabriel, que lhe revelou a existência de um Deus único. Khadija, uma viúva rica que se casou com Maomé, investiu toda sua fortuna na propagação da nova doutrina. Maomé passou a pregar publicamente sua mensagem, encontrando uma crescente oposição. Perseguido em Meca, foi obrigado a emigrar para Medina, no dia 20 de Junho de 622. Esse acontecimento, chamado Hégira (emigração), é o marco inicial do calendário muçulmano até hoje. Maomé faleceu no ano 632.



Segundo os muçulmanos, o Corão contém a mensagem de Deus a Maomé, as quais lhe foram reveladas entre os anos 610 a 632. Seus ensinamentos são considerados infalíveis. É dividido em 114 suras (capítulos), ordenadas por tamanho, tendo o maior 286 versos. A segunda fonte de doutrina do Islã, a Suna, é um conjunto de preceitos baseados nos ahadith (ditos e feitos do profeta).

Os muçulmanos estão divididos em dois grandes grupos: os Sunitas e os Xiitas. Os Sunitas subdividem-se em quatro grupos menores: Hanafitas, Malequitas, Chafeitas e Hambanitas. Os Sunitas são os seguidores da tradição do profeta, continuada por All-Abbas, seu tio. Os Xiitas são partidários de Ali, marido de Fátima, filha de Maomé. São os líderes da comunidade e continuadores da missão espiritual de Maomé.




O Islamismo é atualmente a segunda maior religião do mundo, dominando acima de 50% das nações em três continentes. O número de adeptos que professam a religião mundialmente já passa dos 935 milhões. O objetivo final do Islamismo é subjugar o mundo e regê-lo pelas leis islâmicas, mesmo que para isso necessite matar e destruir os “infiéis ou incrédulos” da religião. Segundo eles, Alá deixou dois mandamentos importantes: o de subjugar o mundo militarmente e matar os inimigos do Islamismo -- judeus e cristãos. Algumas provas dessa determinação foi o assassinato do presidente do Egito, Anwar Sadat, por ter feito um tratado de paz com Israel e o massacre nas Olimpíadas de Munique em 1972.

A guerra no Kuweit, nada mais foi do que uma convocação de Saddam Hussein aos muçulmanos para uma “guerra santa”, também chamada de Jihad, contra os países do Ocidente (U.S.A.) devido à proteção dada a Israel. Vinte e seis países entraram em uma guerra, gastaram bilhões de dólares, levaram o Estados Unidos a uma recessão que se sente até hoje, para combater um homem que estava lutando por razões religiosas. Eles aparentemente perderam a guerra, mas, como resultado, houve 100 atos terroristas cometidos contra a América e Europa no mesmo mês. O “espírito” da liga muçulmana em unificar os países islâmicos e a demonstração do que podem fazer ficou bem patente aos olhos do mundo.





Artigos de Fé do Islamismo

O Islamismo crê que existe um só Deus verdadeiro, e seu nome é Alá

Alá não é um Deus pessoal, santo ou amoroso, pelo contrário, está distante e indiferente mesmo de seus adeptos. Suas ordens expressas no Corão são imperativas, injustas e cruéis. Segundo Maomé, ele é autor do bem e do mal. Num dos anais que descreve as mensagens de Alá para Maomé, ele diz: “Lutem contra os judeus e matem-nos”. Em outra parte diz: “Oh verdadeiros adoradores, não tenha os judeus ou cristãos como vossos amigos. Eles não podem ser confiados, eles são profanos e impuros”.





O Islamismo crê em anjos

Segundo eles, Gabriel foi quem transmitiu as mensagens de Alá para Maomé. É ensinado que os anjos são inferiores aos homens, mas intercedem pelos homens.

O Islamismo crê que exista um só livro sagrado dado por Alá, o Corão, escrito em Árabe

Os muçulmanos creêm que Alá deu uma série de revelações, incluindo o Antigo e Novo Testamentos, que é chamado de Corão. Segundo eles, as antigas revelações de Alá na Bíblia foram corrompidas pelos cristãos, e, por isso, não são de confiança.

O Islamismo crê que Maomé é o último e o mais importante dos profetas

Conforme o Islamismo, Alá enviou 124,000 profetas ao mundo, apesar de unicamente trinta estarem relacionados no Corão. Os seis principais foram:

Profeta Adão, o escolhido de Alá

Profeta Noé, o pregador de Alá

Profeta Abraão, o amigo de Alá

Profeta Moisés, o porta-voz de Alá

Profeta Jesus, a palavra de Alá

Profeta Maomé, o apóstolo de Alá

Islamismo crê na predestinação do bem e do mal

Tudo o que acontece, seja bem ou mal, é predestinado por Alá através de seus decretos imutáveis.

O Islamismo crê que haverá o dia da ressurreição e julgamento do bem e do mal

Neste grande dia, todos os feitos do homem, seja bem ou mal, serão colocados na balança. Os muçulmanos que adquiriram suficientes méritos justos e pessoais em favor de Alá irão para o céu; todos os outros irão para o inferno.





Cinco Colunas do Islamismo

A vida religiosa do muçulmano tem práticas bastante rigorosas, as quais são chamadas de “Colunas da Religião”.

Recitação do credo islâmico: Não existe nenhum deus além de Alá e Maomé, o seu profeta.

Preces cotidianas: chamadas de slãts, feitas cinco vezes ao dia, cada vez em uma posição diferente (de pé, ajoelhado, rosto no chão, etc), e virados em direção à Meca. A chamada para a oração é feita por uma corneta, denominada de muezim, desde uma torre chamada de minarete, a qual faz parte de um santuário ou lugar público de adoração conhecido como mesquita.

Observação do mês de Ramadã: o qual comemora a primeira revelação do Corão recebida por Maomé. Durante um mês, as pessoas jejuam desde o nascer até o pôr do sol. Segundo eles, os portões do paraíso abrem, os do inferno fecham, e os que jejuam têm seus pecados perdoados.

Pagamento do zakat: imposto anual de 2.5% do lucro pessoal, como forma de purificação e ajuda aos pobres. Também ofertam para a riquíssima Liga Muçulmana.

Peregrinação para Meca: ou Hajj, ao lugar do nascimento de Maomé, na época de Eid el Adha (festa islâmica que rememora o dia em que o profeta Abraão aceitou a ordem de sacrificar um carneiro em lugar de seu filho), pelo menos uma vez na vida por todo muçulmano dotado de condições físicas e econômicas.

O Jihad, ou guerra santa: é a batalha por meio da qual se atinge um dos objetivos do islamismo, que é reformar o mundo. Qualquer muçulmano que morra numa guerra defendendo os direitos do islamismo ou de Alá, já tem sua vida eterna garantida. Por esta razão, todos que tomam parte dessa “guerra santa”, não têm medo de morrer ou de passar por nenhum risco.

Verdades Bíblicas

Deus: Cremos em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas distintas, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, Dt 6.24; Mt 28.19; Mc 12.29.

Jesus: Cremos no nascimento virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal de entre os mortos, e em sua ascensão gloriosa aos céus, Is 7.14; Lc 1.26-31; 24.4-7; At 1.9.

Espírito Santo: Cremos no Espírito Santo como terceira pessoa da Trindade, como Consolador e o que convence o homem do pecado, justiça e do juízo vindouro. Cremos no batismo no Espírito Santo, que nos é ministrado por Jesus, com a evidência de falar em outras línguas, e na atualidade dos nove dons espirituais, Jl 2.28; At 2.4; 1.8; Mt 3.11; I Co 12.1-12.

Homem: Cremos na na criação do ser humano, iguais em méritos e opostos em sexo; perfeitos na sua natureza física, psíquica e espiritual; que responde ao mundo em que vive e ao seu criador através dos seus atributos fisiológicos, naturais e morais, inerentes a sua própria pessoa; e que o pecado o destituiu da posição primática diante de Deus, tornando-o depravado moralmente, morto espiritualmente e condenado a perdição eterna, Gn 1.27; 2.20,24; 3.6; Is 59.2; Rm 5.12; Ef 2.1-3.

Bíblia: Cremos na inspiração verbal e divina da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé para a vida e o caráter do cristão, II Tm 3.14-17; II Pe 1.21.

Pecado: Cremos na pecaminosidade do homem, que o destituiu da glória de Deus, e que somente através do arrependimento dos seus pecados e a fé na obra expiatória de Jesus o pode restaurar a Deus, Rm 3.23; At 3.19; Rm 10.9.

Céu e Inferno: Cremos no juízo vindouro, que condenará os infiéis e terminará a dispensação física do ser humano. Cremos no novo céu, na nova terra, na vida eterna de gozo para os fiéis e na condenação eterna para os infiéis, Mt 25.46; II Pe 3.13; Ap 21.22; 19.20; Dn 12.2; Mc 9.43-48.

Salvação: Cremos no perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita, e na eterna justificação da alma, recebida gratutitamente, de Deus, através de Jesus, At 10.43; Rm 10.13; Hb 7.25; 5.9; Jo 3.16.

Profissão de Fé: Para uma mais ampla informação sobre a doutrina bíblica fundamental, acesse aqui a Profissão de Fé da Igreja Pentecostal Betânia e do Sepoangol World Ministries.

Pequeno estudo - O ESPÍRITO SANTO - Continuação


Novo Testamento


O Espírito Santo é frequentemente simbolizado pelo sinal de uma pomba branca, baseado no relato do Espírito Santo a descer sobre Jesus Cristo, após este ter sido batizado no rio Jordão, embora o texto bíblico não diga que foi em forma de pomba, e sim como uma pomba, numa comparação. O livro de Atos descreve o Espírito Santo a descer sobre os Apóstolos durante o Pentecostes na forma de um vento e línguas de fogo, que repousavam sobre a cabeça dos Apóstolos. Baseado nesta imagem, o Espírito Santo é frequentemente simbolizado por uma chama.
No Evangelho de João, no Novo Testamento, a ênfase é colocada, não no que o Espírito Santo fez por Jesus, mas no facto de Jesus ter dado o Espírito aos seus discípulos. No Cristianismo tradicional, o qual foi o mais influente para o desenvolvimento posterior da doutrina da Trindade, Jesus é visto como o cordeiro sacrificial, e como vindo aos homens para conceder o Espírito de Deus à humanidade.
Embora a linguagem utilizada ao descrever Jesus a receber o Espírito Santo no Evangelho de João seja um paralelo dos relatos nos outros Evangelhos, João relata este episódio com o objectivo de mostrar que Jesus tinha uma especial posse do Espírito para que o podesse conceder aos seus seguidores, unindo-os a Si mesmo, e em Si mesmo unindo-os também com o Pai. (Ver Raymond Brown, The Gospel According to John, capítulo sobre Pneumatologia).





Perspectivas de diferentes denominações


Os Cristãos crêem que é o Espírito Santo que conduz as pessoas à fé em Jesus Cristo e aquele que lhes dá a capacidade para viverem um vida Cristã e dá credito. O Espírito Santo habita dentro de cada cristão verdadeiro, e se manifesta em ações de graça. Ele é descrito como um "ajudador" (em gr. paraclite), guiando-os no caminho da verdade. O 'Fruto do Espírito' (isto é, o resultado da sua influência) é "amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança" (Gálatas 5:22). Ele também concede dons (isto é, habilidades) aos Cristãos tais como os dons de profecia, línguas e conhecimento, embora alguns Cristãos acreditem que isto apenas aconteceu nos tempos do Novo Testamento.
O movimento Pentecostal e Neo-pentecostal coloca uma ênfase especial nas obras do Espírito Santo, em especial nos dons acima mencionados, acreditando que estes são ainda hoje concedidos. Os Pentecostais acreditam que o batismo no Espírito Santo é uma obra distinta do novo nascimento. Os Pentecostais crêem que é Jesus quem batiza com o Espírito Santo, e que este batismo é evidenciado pelo falar em línguas estranhas. Uma parte minoritária dessas Igrejas afirmam que esse batismo do Espírito Santo é o verdadeiro sinal de Cristianismo numa pessoa, ou seja, que até uma pessoa ter experimentado o baptismo do Espírito Santo, ela não pode estar certa da sua salvação.
De acordo com os dispensacionalistas, estamos agora a viver a Era do Espírito. O período do Velho Testamento, nesta corrente, pode ser chamado a Era do Pai; o período coberto pelos Evangelhos, a Era do Filho; do Pentecostes até ao segundo advento de Cristo, a Era do Espírito.
Há ainda os cristãos que creem que o Espírito Santo é apenas um meio de manifestação de Jesus Cristo. Ou seja, Espírito Santo é mais um Título Santo dado à Jesus, o Deus encarnado.



A perfeição do Espírito

Para uma possível perfeição de uma personalidade, esta tem que ser submetida a uma trinitarização. O conceito trinitário é a forma ideal como três funções são ligadas embora agindo de forma independente. O Espírito Santo, ou Espírito Infinito como também é conhecido, é o reflexo da ordem e comando de Deus-Filho.
O empenho do Espírito é a ação fruto do comando do Filho. Esse é o seu contributo em toda a acção criadora constante do universo.
O comando do Filho é fruto da vontade de Deus-Pai. O empenho do Filho é o comando e ordenanças da Vontade de Deus-Pai.
A vontade de DEUS-PAI reflete-se no comando de DEUS-FILHO que por sua vez complementa-se na ação do DEUS-ESPÍRITO SANTO.
É a união destas três forças fundamentais que se traduz o segredo da perfeição absoluta e última.
O Espírito Santo é o relacionamento entre Pai e Filho que é derramado no coração do homem através do batismo.


O género do Espírito Santo

A palavra hebraica presente na Bíblia para espírito é ruwach, que significa vento fôlego, inspiração; o substantivo é, gramaticalmente, feminino. No Cânticos dos Cânticos, o mais antigo hinário cristão, o Espírito Santo é, gramaticalmente, feminino. A palavra grega para espírito, pneuma, não tem género gramatical. O Espírito Santo é traduzido para o masculino apenas em línguas como o Latim e o Inglês.








Na cultura popular


O culto ao Divino Espírito Santo, em suas diversas manifestações, é uma das mais antigas e difundidas práticas do catolicismo popular brasileiro. Sua origem remonta às celebrações realizadas em Portugal a partir do século XIV, nas quais a terceira pessoa da Santíssima Trindade era festejada com banquetes e distribuição de esmolas aos pobres.
Essas celebrações aconteciam cinquenta dias após a Páscoa, comemorando o dia de Pentecostes, quando o Espírito Santo desceu do céu sobre os apóstolos de Cristo sob a forma de línguas como de fogo, segundo conta o Novo Testamento. Desde seus primórdios, os festejos do Divino, realizados na época das primeiras colheitas no calendário agrícola do hemisfério norte, são marcados pela esperança na chegada de uma nova era para o mundo dos homens, com igualdade, prosperidade e abundância para todos.
A devoção ao Divino encontrou um solo fértil para florescer nas colônias portuguesas, especialmente no arquipélago dos Açores. De lá, espalhou-se para outras áreas colonizadas por açorianos, como a Nova Inglaterra, nos Estados Unidos da América, e diversas partes do Brasil.
É provável que o costume de festejar o Espírito Santo tenha chegado ao Brasil já nas primeiras décadas de colonização. Hoje, a festa do Divino pode ser encontrada em praticamente todas as regiões do país, do Rio Grande do Sul ao Amapá, apresentando características distintas em cada local, mas mantendo em comum elementos como a pomba branca e a santa coroa, a coroação de imperadores e a distribuição de esmolas.








Interpretação de Espírito Santo segundo o Espiritismo

Segundo a Doutrina Espírita, o termo “Espírito Santo” apresenta uma conotação bastante diferente da apresentada por outras religiões.
Para compreender a interpretação Espírita, é necessária uma análise dos textos evangélicos originais (Novo Testamento), os quais foram escritos em um tipo de grego denominado Koiné, ou seja, popular, diferentemente do grego clássico.
Esta língua não possuía artigos indefinidos (UM, UMA, UNS, UMAS). Logo, quando a palavra era determinada, sempre se usava artigos definidos (O, A, OS, AS), e sendo indeterminada, pressupunha-se sempre o uso dos artigos indefinidos.
Segundo o Espírita Carlos Torres Pastorino, estudioso do Novo Testamento que traduziu o texto evangélico do original em grego, pois teve acesso aos mesmos quando foi seminarista em Roma, antes de se converter ao Espiritismo, não há a expressão “O Espírito Santo”, mas em todas as ocasiões lê-se “UM Espírito Santo”. O termo definido "O Espírito Santo" surgiu primeiramente na tradução do original grego para o latim, na versão da Bíblia conhecida como Vulgata, a qual foi elaborada pela Igreja Católica muito tempo depois que os originais em grego estavam escritos. Nas versões originais em grego, portanto, o termo aparece indefinido, como nos trechos abaixo:
No caso do filho de Zacarias e Isabel (João Batista).
“Luc.1:15 …porque ele será grande diante do Senhor e não beberá vinho nem bebida forte; já desde o ventre de sua mãe será cheio de um espírito santo,…”
No caso de Jesus, filho de Maria. “Luc.1:35 Respondeu-lhe o anjo: ‘um espírito santo virá sobre ti e o poder do Altíssimo te envolverá com sua sombra; e por isso o nascituro será chamado santo, Filho de Deus.”
Em ambos os casos, segundo o Espiritismo, Isabel e Maria receberam por via mediúnica a revelação de que dariam à luz filhos que eram Espíritos já santificados, ou seja, com um grau evolutivo moral acima da média (João) ou pleno (Jesus, por isto chamado de Filho de Deus). Logo, o ato de receber um Espírito Santo, significaria dar condições para a reencarnação de um Espírito bom, missionário, nestes casos de gravidez/nascimento.
Nas ocasiões em que homens ou outras pessoas “recebessem” ou “ficassem cheios” de um Espírito Santo, o Espiritismo interpreta como a “incorporação” mediúnica de um Espírito mensageiro cuja elevação moral e boas intenções emprestariam a ele o título de Santo.
A descrição do Pentecostes, quando alguns discípulos de Jesus receberam um Espírito Santo, apresenta todos os elementos clássicos de uma reunião mediúnica, conforme descrita pelo senhor Allan Kardec em suas obras de estudos Epíritas, tais como fenômenos luminosos, incorporação e fala em outras línguas.
(baseado em: A Sabedoria do Evangelho, vol 1 - 1964, de Carlos Torres Pastorino).

Pequeno estudo - O ESPÍRITO SANTO


O Espírito Santo, a terceira Pessoa da Trindade, é, nas Sagradas Escrituras, denominado "o Espírito", "o Santo Espírito", "o Espírito de Deus", "o Espírito do Filho de Deus", e o "Consolador".

Na criação / Velho Testamento
O Espírito pairava por sobre as águas (Gn 1.2; Jó 26.13); foi dado a certos homens para realizarem a sua obra:
Bezalel (Ex 31.2,3), Josué (Nm 27.18), Gideão (Jz 6.34), Jefté (Jz 11.29), Saul (1Sm 11.6), Davi (1Sm 16.13); foi especialmente manifesto nos profetas (Ez 11.5; Zc 7.12), foi dado para luz dos homens (Pv 1.23), prometido ao Messias (Is 11.2; 42.1), e a "toda a carne" (Jl 2.28).

No Novo Testamento
O Espírito Santo se manifesta no batismo de Jesus (Mt 3.16;Mc 1.10), e na tentação (Mt 4.1; Mc 1.12; Lc 4.1); imediatamente depois da tentação (Lc 4.14); e na ocasião em que Jesus, falando em Nazaré, recorda a promessa messiânica de Is 61.1,2 (cp. com 42.1-4). Do mesmo modo fala o Santo Espírito ao velho Simeão dirigindo-o nos seus passos e pensamentos (Lc 2.25-27). O dom do ES é, de uma maneira determinada, prometido pelo nosso Salvador (Lc 11.13).





No Evangelho de João
O ensino de Jesus quanto à obra do Espírito é mais preciso. "Deus é Espírito", com respeito à Sua natureza. A não ser que o homem novamente nasça "da água e do Espírito", ele não pode entrar no reino de Deus (Jo 3.5). O Espírito é dado sem medidas ao Messias (3.34). referindo-se Jesus às promessas messiânicas (Is 44.3; Jl 2.28) falou do Espírito que haviam de receber os que nele cressem" (7.39); porquanto, ainda não tinha sido dado (7.39); mas, na qualidade de consolador, Paracleto, Advogado (14.16,26; 15.26; 16.7; Jo 2.1); Espírito da verdade, por quem a verdade se expressa e é trazida ao homem (15.26; 16.13). Ele havia de ser dado aos crentes pelo Pai (14.16), habitando neles e glorificando o Filho (16.14), pelo conhecimento que Dele dava. Em 1Jo 3.24 a 4.13 esta presença íntima do Espírito é um dos dois sinais ou característicos da união com Cristo; e o Espírito, que é a verdade, dá testemunho do Filho (1Jo 5.6).

Nos Atos
A manifestação do Espírito é feita no dia de Pentecoste, e o fato acha-se identificado com o que foi anunciado pelo profeta (2,4,17,18); Ananias e Safira "tentam" o Espírito, pondo à prova a Sua presença na igreja (5.9); o Espírito expressamente dirige a ação dos apóstolos e evangelistas (1.2; 8.29,39; 10.19; 11.12; 16.7; 21.4); e inspira Ágabo (11.28).

Nas epistolas de Paulo
A presença do Espírito Santo está claramente determinada (Rm 8.11; 1Co 3.16; 6.17-19). É ele o autor da da fé (1Co 12.3; cp. com 2Co 4.13); no Espírito vivem os homens (Gl 5.25), por Ele são ajudados nas suas fraquezas (Rm 8.26,27), fortalecidos por Ele (Ef 3.16), recebendo Dele dons espirituais (1Co 12), e produzindo frutos como resultado da Sua presença (Gl 5.22). Por meio Dele há a ressurreição dos que crêem em Cristo (Rm 8.11).

Pedro
(1Pe 1.2) escreve acerca da santificação, como sendo obra do Espírito Santo.

No apocalipse
Se vê que João conscientemente é influenciado pelo Espírito (1.10; 4.2); e a mensagem dirigida à sete igrejas é a mensagem do Espírito (2.7,11,17,29).

O Espírito Santo é uma pessoa da Santíssima Trindade, e não simplesmente um método de ação divina ( vejam-se especialmente as palavras de Jesus: Jo 14.16,17; 15.26; 16.7,8; Mt 12.31,32; At 5.3,9; 7.51; Rm 8.14; 1Co 2.10; Hb 3.7).

O Espírito procede do Pai e do Filho (Gl 4.6; 1Pe 1.11). É Ele tanto "o Espírito de Deus" como "o Espírito de Cristo" (Rm 8.9).

E assim nos mistérios da redenção, e de uma nova vida, na regeneração, na santificação, e na união com Cristo, é uma Pessoa que, na Sua operação, como auxiliador do homem, é ainda Aquele que pode ser negado, entristecido e apagado (Ef 4.30; 1Ts 5.19).






Espírito Santo é o termo usado para traduzir o termo hebraico Ruach HaKodesh, utilizado na Bíblia hebraica (Velho Testamento) para se referir à presença de Deus na forma experimentada por um ser humano. A maioria dos cristãos considera o Espírito Santo como o próprio Deus, parte da Santíssima Trindade.



A visão judaica do Espírito Santo

A literatura midrash contém muitas afirmações acerca do Espírito Santo. É escrito que o Espírito Santo, sendo de origem celeste, é composto, como tudo aquilo que vem do céu, de luz e de fogo. Quando descansou sobre Finéias, a sua face ardeu como um archote (Midrash Lev. Rabbah 21). Quando o Templo foi destruído e o povo de Israel foi para o exílio, o Espírito Santo regressou ao céu, o que é indicado em Eccl. 12:7: "o espírito voltará para Deus" (Midrash Eccl. Rabbah 12:7). O espírito por vezes fala com voz masculina, e outras com voz feminina (Eccl. 7:29). Isto é, como a palavra "ruah" é tanto masculina como feminina, o Espírito Santo foi concebido como sendo por vezes como um homem e outras como uma mulher.
De acordo com a tradição Judaica, o Espírito Santo se apresenta apenas a uma geração digna, e a frequência das suas manifestações é proporcional à retidão. Não se registraram manifestações deste no tempo do Segundo Templo (Talmude, Yoma 21b), embora se dessem muitas no tempo de Elias (Tosefta ao Talmude Sotah, 12:5). De acordo com Jó 28:25, o Espírito Santo repousa sobre os Profetas em vários graus, alguns profetizando o conteúdo de apenas um livro, outros preenchendo dois livros (Midrash Lev. Rabbah 15:2). Ainda assim não repousava sobre eles continuamente, mas apenas por períodos de tempo.
Os estágios de desenvolvimento, dos quais o mais elevado é o Espírito Santo, são os seguintes: zelo, integridade, pureza, santidade, humildade, temor do pecado, o Espírito Santo. O Espírito Santo conduziu Elias, o qual traz os mortos à vida (Yer. Shab. 3c, acima, e passagem paralela). O pacto sagrado através do Espírito Santo (Midrash Tanhuma, Vayeki, 14); qualquer um que ensine a Torah em público partilha do Espírito Santo (Midrash Canticles Rabbah 1:9, end; comp. Midrash Lev. Rabbah 35:7). Quando Finéias pecou, o Espírito Santo apartou-se dele (Midrash Lev. Rabbah 37:4).
A tradição Judaica divide os livros da Bíblia Hebraica em três categorias, de acordo com o nível de profecia que os seus autores terão alcançado.
Os resultados visíveis da actividade do Espírito Santo, de acordo com a concepção Judaica, são os livros da Bíblia, os quais terão sido, na sua totalidade, compostos sob a sua inspiração. Todos os Profetas falaram "no Espírito Santo"; e o sinal mais característico da presença do Espírito Santo é o dom de profecia, no sentido em que a pessoa sobre a qual ele repousa vê o passado e o futuro. De acordo com o Talmude, com a morte dos três últimos profetas, Ageu, Zacarias, e Malaquias, o Espírito Santo cessou de se manifestar em Israel; mas o Bat Kol (voz celestial) ainda estava disponível.
A Torah (cinco livros de Moisés) diz-se ter sido escrita por Moisés através de uma revelação verbal directa de Deus.
Os Nevi'im (profetas) são livros escritos por pessoas que receberam um elevado nível de profecia.
Os Ketuvim (escritos, agiógrafa) são escritos por pessoas que possuem um menor nível de profecia conhecido como inspiração divina, Ruach HaKodesh.
De acordo com uma das perspectivas do Talmude, o Espírito Santo estava entre as dez coisas que foram criadas por Deus no primeiro dia (Talmude Bavli, Hag. 12a, b). Embora a natureza do Espírito Santo, na realidade, não esteja descrita em lugar algum, o seu nome indicia que era concebido como uma espécie de vento que se manifestava através de som e luz.



De especial interesse é a distinção feita pelas antigas autoridades Judaicas entre o "Espírito do Senhor" (o qual é o termo mais comum para referir o Espírito Santo no Tanakh) e a Shekinah, a presença de Deus. Esta distinção é feita no Talmude, o qual nos dá uma lista das coisas que se encontravam no primeiro Templo de Jerusalém, mas ausentes do segundo Templo. Esta lista inclui o Espírito Santo e a Shekinah. A diferença não é facilmente compreendida, mas parece que a glória da Shekinah era, de alguma forma, mais tangível do que o Espírito. Isto poderia referir-se à presença literal de Deus no Santo dos Santos, e à presença de Deus que dele emanava em alguma forma especial, em oposição à presença do Espírito Santo, o qual estaria em muitos locais mundo fora, e especialmente em indivíduos. No Tanakh, entretanto, esta presença do Espírito é reservada para os reis, profetas, sumo sacerdotes, etc. e não é concedida ao crente comum.
O Espírito Santo é referido com menor frequência nos Apócrifos e pelos escritores Judeus Helénicos; isto pode significar que a concepção do Espírito Santo não era proeminente entre o povo Judeu da época, especialmente na Diáspora.
Na profecia de I Macabeus 4,45. 14,41 é referido como algo há muito perdido. Sabedoria 9,17 refere-se ao Espírito Santo enviado por Deus dos céus, através do qual os decretos de Deus são reconhecidos. A disciplina do Espírito Santo protege do logro (ib. i. 5). Diz o Salmo de Salomão, 17,42, em referência ao Messias, o filho de David: "ele é poderoso no Espírito Santo"; e em Susana, 45, que "Deus elevou o Espírito Santo num jovem, cujo nome era Daniel."


Dons do Espírito Santo

Dons do Espírito Santo, segundo a Bíblia, são atributos proporcionados sobrenaturalmente aos cristãos pelo Espírito Santo. Segundo o texto bíblico da 1ª carta de Paulo aos Coríntios, existem nove diferentes dons possíveis de serem alcançados pelo cristão. Estes dons são postos em prática em comunidades cristãs, independentemente de sua razão confessional, por pessoas reconhecidamente cristãs em sua fé e prática. Foram bastante importantes na igreja cristã primitiva para a evangelização do mundo então conhecido. Atualmente, verifica-se a utilização de tais dons na renovação carismática, movimento que tem seu esteio na Igreja Católica Apostólica Romana, nas igrejas protestantes pentecostais e neopentecostais. É uma expressão estudada na teologia cristã. Segundo o autor da Primeira Epístola aos Coríntios, seria doado para o que fosse útil (12:7), e repartido a cada um segundo a vontade do Espírito Santo (12:11); existindo diferentes tipos de dons:
A enumeração dos dons é proferida, ainda que incompletamente, na Primeira Epístola aos Coríntios, no capítulo 12, sendo eles:

Palavra da sabedoria;
Palavra do conhecimento;
Fé;
Dons de curar;
Operação de maravilhas;
Profecia;
Discernimento de espíritos;
Variedade de línguas;
Interpretação de línguas.
Mansidão

Pentecostes

Neste dia o dom do Espírito Santo permitiu a todos os apóstolos falarem em outras línguas (idiomas), sendo entendidos por pessoas de diferentes países.
A primeira referência do derramamento do Espírito sobre a igreja está em Atos:
“Quando chegou o dia de Pentecostes, todos os seguidores de Jesus estavam reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um barulho que parecia o de um vento soprando muito forte e esse barulho encheu toda a casa onde estavam sentados. Então todos viram umas coisas parecidas com chamas, que se espalharam como línguas de fogo; e cada pessoa foi tocada por uma dessas línguas. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, de acordo com o poder que o Espírito dava a cada pessoa.” (Atos 2.1-4)


Perspectivas cristãs do Espírito Santo

Nas principais correntes do Cristianismo, o Espírito Santo é uma pessoa da Trindade, co-igual com o Pai e o Filho (i.e. Jesus Cristo), parte da Deidade. Nas igrejas Unitárias, nas Testemunhas de Jeová, e em outras denominações cristãs que não aceitam a doutrina da Santissíma Trindade, o Espírito Santo é a força activa que procede de Deus e não uma pessoa Divina. Para a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias o Espírito Santo é um personagem de espírito, terceira pessoa da Deidade, no entanto separado e distinto do Pai e do Filho. O estudo do trabalho do Espírito Santo é chamado de Pneumatologia.

Triunidade de Deus



Os unicistas afirmam que todas as religiões que batizam seus fiéis em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, são politeístas, pelo fato de estarem batizando em nome de três deuses. Esses nossos irmãos separados que não cessam de criticar a doutrina da triunidade, não entendem, ou não querem entender, que somos perfeitamente sabedores que não existe uma triunidade constituída de três deuses. O que existe, na realidade, queiram ou não aceitar este mistério, é UM DEUS TRIUNO, Hebreus 9:14; I Coríntios 13:13.
Os unicistas querem defender, a todo custo, a tese de que Deus é somente “UNO” e não “TRIUNO”, somente para confundir aqueles que desconhecem o verdadeiro sentido da palavra Deus. Os unicistas dizem não crer na triunidade, porque não existe esta palavra na bíblia. Mas este fato, insignificante em si mesmo, não é motivo suficiente para negar a sua realidade. Por exemplo: muitas coisas que hoje consideramos pecaminosas, não se mencionam e nem são condenadas pela bíblia. Na Bíblia também não esta escrito: não fumarás, não queimarás maconha, não assistirás filmes imorais, não lerás revistas pornográficas, etc. No entanto, não será pela simples razão de não se acharem escritas na bíblia estes ensinamentos que vamos deixar de condenar tais coisas. Por que então não reconhecemos que o conceito da palavra “TRIUNIDADE” é bíblico, embora não apareça claramente com esse nome?

Se na realidade não existisse a triunidade, como pretendem afirmar os unicistas, então a Bíblia seria um livro confuso e até mesmo contraditório em algumas afirmações. Se não existisse a Triunidade, como é então que se dá a esse Deus Uno, nomes diferentes, que o distinguem categoricamente como se fossem vários? Por que a esse Deus Uno, se dá o nome de PAI, e também outros nomes completamente diferentes? Se o Seu nome é PAI, deveria ser sempre chamado de PAI, ou com um sinônimo que o identificasse sempre como PAI. Não seria um absurdo que esse Deus Uno, chamado de PAI, fosse, ao mesmo tempo, também, chamado de FILHO? Isaias 44:6; Apocalipse 1:17,18. Por acaso Pai e filho são a mesma coisa? Sabemos que não, pois Pai é Pai e Filho é Filho. Mas a Bíblia não só chama Deus de três maneiras diferentes como também afirma que os três fizeram tudo o que foi criado, e que:





ESTES TRÊS SÃO UM.

I João 5:7; João 14:26; Judas 20,21; Atos 7: 55,56; Atos 8:29; 13:2; João 12:28-30; 5:23; Mateus 28:18-20; II Coríntios 13:13.



Se Deus é Uno e singular e não três em Um, se não existe a Triunidade, então somente um criou os céus e a terra, e não os três conforme afirma a Bíblia. Mas, não só a este Deus Uno, singular, se dá na Bíblia, três nomes diferentes e opostos, como se declara que os três criaram os céus e a terra Gênesis 1:26. Diz ainda que os três possuem, a mesma virtude, exercem os mesmos poderes e são igualmente divinos e eternos, Hebreus 9:14.

Também diz que Deus-Pai não veio morrer na cruz do calvário, mas que enviou Jesus o Filho de Deus-Pai, o qual a Bíblia declara ser Ele também Deus I Timóteo 3:13-16. Por outro lado, Jesus declarou que nada do que diz, tem ou faz, é de si mesmo, mas sim de Deus-Pai que lhe enviou João 5:19-23,30. Este Filho também declarou que tudo o que tem o Pai é dEle, e, ao mesmo tempo, ensinou que Ele não é o Pai João 14:8, 10: 16:15.

Também diz a Bíblia que não é o Pai nem Filho, que convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo, mas sim o Espírito Santo, João 16:8. O próprio filho se encarrega de confirmar Sua identidade com o Espírito Santo, ao dizer: “Um pouco, e não mais me vereis; outra vez um pouco, e ver-me-eis", João 16:16, 14:28. Não seria isso um absurdo, se Deus é somente Uno, singular e não Triuno? Se não existisse triunidade, como poderíamos compreender este mistério de Deus, ser chamado Pai e ao mesmo tempo ser também chamado de Filho ou de Espírito Santo? A Bíblia não só ensina tudo isto, como também declara que a estes três personagens devemos render culto, adorar e dar toda a glória, Atos 5:3; João 5:19-23.

Resumindo: Se tudo está escrito na Bíblia e Deus é somente Uno e não triuno, então a Bíblia seria um dos mais difíceis livros de ser compreendido. Mas graças a Deus que a própria Bíblia por si mesma se interpreta, e diz claramente que Deus é um Deus Triuno, quando afirma que são três que dão testemunho no céu, e estes três são “UM” I João 5:7. Se a Bíblia ensina que Deus é UM em TRÊS, e declara que estes TRÊS são UM, isto tem que ser assim, por mais incompreensível e contraditório que nos pareça, faltando somente entendermos e explicarmos adequadamente este mistério, Romanos 11:33; I Coríntios 2:14-16.





Esclarecendo Dúvidas
A Origem da palavra “PESSOA” em relação a Triunidade.

Segundo os bibliólogos, foi tertuliano, no século II, quem primeiro usou a palavra “PESSOA’ com relação aos componentes da Triunidade, dizendo que eram três essas Pessoas, não para dividir em três a Divindade, mas para distinguir o que são essas três Pessoas na Divindade, João 5:22; 14:26.
Vejamos agora o que significa a palavra “PESSOA” com relação a doutrina da Triunidade:
É a tradução da palavra grega “prosopon”. Prestamos bem a atenção agora, porque aqui está a chave de todo o problema. Esta palavra “PESSOA”, atualmente tem um significado para nós muito diferente do que tinha para os pioneiros da igreja com relação a Triunidade. Esta mudança de significado foi o que causou toda a confusão em torno da Triunidade. Para nós “pessoa” significa PERSONALIDADE ou INDIVIDUALIDADE. Se fosse este o significado que damos para a palavra “pessoa” em relação à Triunidade, então, quando dizemos que a Triunidade são Três pessoas, estaríamos dizendo que a triunidade soa três indivíduos ou três Deuses. Mas longe está isto de nós, pois não somos politeístas e sim monoteístas. CREMOS EM UM SÓ DEUS, EFÉSIOS 4: 6. A igreja cristã nunca afirmou que a Triunidade seja três Deuses, como dizem os unicistas a respeito de nossa fé triunitariana.

Qual o sentido da palavra grega “PROSOPON”?
Simplesmente: aspecto exterior visível, de um ser ou coisa. Logo não se trata de ser (indivíduo), mas sim da aparência ou aspecto exterior desse ser. Em consequência disto, quando os pioneiros da igreja chamaram “pessoas” ao Pai, Filho e Espírito Santo, estavam dizendo que esses três eram manifestações ou revelações que Deus fazia de Si mesmo ao mundo, por meio das quais o mundo pôde ver e saber o que era Deus, Hebreus 1:1,2; João 1:14. Logo, primeiro se manifestou ou se revelou como Pai, na criação. Depois, numa segunda revelação de Si mesmo. Sem eliminar a primeira, manifestou-se aos homens como o Filho e redentor que veio ao mundo morrer pela humanidade. Po
steriormente, numa terceira revelação de Si mesmo, e sem eliminar as duas primeiras, manifestou-Se como o Espírito Santo, o Consolador da humanidade cristã, João 1:1-3; 14:16; Tito 3:5. Assim sendo, vemos três formas do mesmo Deus se manifestar, mas sendo um só Deus. Por conseguinte, a cada uma destas formas de Deus se manifestar, chamamos “pessoa”. Assim, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, são três pessoas (PROSOPON), mas não como o significado de “indivíduo” como o atual conceito do termo, e sim, como manifestações exteriores visíveis do mesmo Deus. Em cada uma das três manifestações ou pessoas de Deus, estão compreendidas as outras duas como um todo, embora se manifesta uma só: aquela que Deus deseja revelar aos homens.



Exemplificando A Unidade De Deus
Pergunta: Como poderá existir um Filho que não tenha princípio?

Resposta: Basta olhar no galho de uma árvore, que sai do seu tronco. O que é este galho? É uma parte do próprio tronco que brota para o exterior visível. O galho é gerado pelo tronco, porém já existia antes de brotar. Assim sendo o galho tem vida tão antiga quanto à árvore. Além disso, considerando sob o aspecto da existência exterior visível, pode parecer que o tronco é mais antigo e maior do que o galho, o que na realidade não é. O galho é um prolongamento visível da vida interior da árvore, tendo ambos, tronco e galho, uma mesma vida e sendo ambos a mesma coisa.

Assim também é em relação ao Pai e ao Filho. O Pai gerou o Filho e Este apareceu visivelmente no mundo, como o “RENOVO DA JUSTIÇA”, Jeremias 33:15. Jesus brotou do Pai, é chamado de Filho por ter sido gerado de Deus-Pai, sendo o resplendor da glória, e a expressão exata do Seu ser. Salmos 2:7; Hebreus 1:3. Assim sendo, Jesus já existia no seio do Pai, antes de ser gerado pelo Pai, tendo ambos uma mesma vida e sendo ambos de uma mesma substância João 1:14,18. Conjuntamente com o Espírito Santo, o Pai e o Filho formam o Ser Divino que chamamos Deus Triuno, de onde surgiu a doutrina da Triunidade. Sem que sejamos politeístas, cremos em um só Deus que se apresentou à nós de três maneiras, ou seja, três formas distintas, a saber: Primeiro como Pai, na obra da criação, Isaias 45:18; segundo como filho, na obra da redenção, João 3:16; terceiro Como Espírito Santo,na obra da consolação, regeneração, santificação, etc, João14:16,23; Tito 3:5. Recapitulando, o que quer dizer, aspecto exterior visível de um ser ou coisa, ou seja, as três formas de Deus se manifestar Hebreus 1:1,2. Nunca quer dizer "INDIVÍDUO" ou individualidade, como no conceito atual.



Pontos Para Serem Meditados Com Muita Atenção
Todo o ser criado ou gerado é distinto do seu criador, e tem princípio no tempo. Com referência ao homem se diz que ele começou a existir a partir de uma determinada data. Tratando-se da pessoa do Senhor Jesus Cristo, encontramos nEle uma dupla personalidade: a Divina e a humana. Com referência ao lado Divino, Jesus Cristo foi gerado do Pai, pelo Espírito Santo Lucas 1:34,35; salmos 2:7. Portanto, não teve princípio, o que significa que Ele saiu, brotou do Pai, tendo estado sempre no seio do Pai, conforme declara João 1:18.



Naturalmente que, como Filho do homem, isto é, considerando seu lado humano, Ele teve princípio no tempo, nascendo em determinada data e em lugar já determinado Gálatas 4:4; Malaquias 5:2. Por isso, o próprio filho diz, em João 8:58; 17:5:

Em verdade em verdade vos digo: Antes que Abraão existisse, eu sou... E agora, glorifica-me, ó Pai, contigo mesmo, com a glória que eu tive junto a ti antes que houvesse mundo

Por esta razão, é que nós batizamos em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, sem que estejamos adorando a três Deuses. Efésios 4:4-6.